sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Patético


“Os direitos humanos fazem hoje parte dos discursos políticos como nunca fizeram. Mas,
contraditoriamente, a geopolítica, os interesses imperiais ou nacionais continuam a falar
mais alto, por exemplo em Guantánamo ou no Zimbabwe.”
Fernando Sousa (jornal PÚBLICO, 10.12.2008).


Este breve excerto faz-me sentir frustrada.

Como é que tanto se fala, e nada se faz?

"Falam, falam, falam, falam, mas depois não os vejo a fazer nada!"


Visto que os direitos humanos são algo muito discutido nos nossos dias, algo que está "na moda", é usado por dirigentes, políticos, entre outros; para ter a aprovação da população! No entanto, este apelo aos direitos humanos não passa de uma reles referência. Pois quando se pensa em fazer algo, nada se faz. Pois relativamente, neste caso a Guantánamo e Zimbabué, tudo o que se faz é falar. Pois ninguém faz mais do que desprezar! Desprezo. Desrespeito pelos direitos humanos. Estando nós nos Séc. XXI, que a maioria dos dirigentes e da população se considera civilizada e culta, como pode ainda muitas populações sofrer ainda actos bárbaros e desumanos?


Está na altura de nos mexermos!


domingo, 16 de novembro de 2008

Desenvolvimento Local

Hoje ao ler um documento de Geancarlo de Lima Merigue, percebi que a teoria não é mau de todo, o problema é a prática.
O documento falava de maneiras de enriquecer as terras pobres no Brasil. O autor defendia que bastava explorar um campo rico em ambiente, puro, e que com a ajuda da comunidade criá-lo de maneira a que atraísse o turismo. Este turismo iria trazer emprego, pagar rendas e alimentar a comunidade. Com o desenvolvimento, haveria formação á comunidade de como manter o negócio rentável. Como aquele provérbio chinês, "Não lhe dês peixe, ensina-o a pescar". O documento defendia que todos os habitantes da comunidade deviam ser ensinados a pescar. Esta formação passava também por uma fase ecológica, em que o negócio iria ajudar a preservar o ambiente, tendo como clientes turistas que desejam apreciar o ar puro, e as paisagens não manipuladas. Esta teoria junta dois importantes assuntos. Preservar o ambiente, tornando-o rentável, e ajudar os mais desfavorecidos a sobreviverem.
Isto mostra-nos que ainda há esperança. Uma simples teoria...
No entanto, não é posta em prática em muitos sítios....
E pus-me a divagar no branco.
Haverá mudança? Irá haver um desenvolvimento?
Há esperança?

Olhar em frente

Nunca desesperar quando só se avista tempestade, "pois das nuvens mais negras cai água límpida e fecunda."